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04 fevereiro 2011

Tá de sling novo? Então se joga!





Vá ao salão de beleza, menina!

Para de pedir pro marido fazer compras, vc pode!

Passeie pelo comércio

Pague contas

Leve o irmão pro parquinho
ou para o zoológico
ou pra escola

Viaje de avião

Ande pela praia, molhe os pés, sinta a areia

Visite o pediatra

Acompanhe a obra (e torça pra ela terminar logo)

Chame a amiga pra um café

Compareça ao Cinematerna

ou vá trabalhar

Trabalhar?






Deputada italiana Licia Ronzulli durante a sessão plenária de 22/10/10 do Parlamento Europeu, em Strasbourg. Ela foi aplaudida pelos seus colegas ao aparecer com seu bebê de apenas um mês, momentos antes de reivindicar melhoria dos direitos trabalhistas para as mulheres. 
A foto é de Vincent Kessler para a agência Reuters.


Fonte:  http://viverparis.blogspot.com/2010/09/imagem-do-dia.html

27 janeiro 2011

Saiu no Mais Você, ontem




Mais Você dessa quarta-feira, 26 de janeiro, relembrou dicas
 especiais para mamães que acabaram de ter seus filhotes. 
Reveja duas matérias que fizeram muito sucesso em 2010. 
A primeira dica é vinda do Japão: o baby dance. A outra é o “sling”, 
acessório para carregar seu bebê.

Primeira dica: Baby Dance

O correspondente da globo internacional Johnny Sasaki fez uma 
reportagem explicando como funciona essa "moda". Os bebês 
ficam à vontade e aprendem a ter contato com outras crianças, 
ficam todos deitados em tatames. As mães ficam sentadas com 
os bebês no colo. Elas cantam cantigas que passam de geração 
pra geração e fazem relaxamento.
Depois as mães se aquecem e fazem exercícios baseados 
na yoga, as mães fazem exercícios acompanhadas do filhos. 
Elas dançam com os bebês no colo. A moda já se espalhou 
pelos eua e alguns países da europa. ela faz um apelo para 
as mães brasileiras.Segundo a professora, a dança ajuda 
no desempenho dos bebês e renova as energias das mães. 
A aula dura 40 minutos.

Segunda dica: Sling

Em 2008, várias estrelas de Hollywood apareceram carregando 
seus filhos em uma espécie de “carregador de bebês”. O nome 
deste acessório de pano é "sling" e faz parte do enxoval de muitas 
mamães, não só das famosas. “Quando você carrega o bebê nos 
braços, isso limita muito os seus movimentos. Com o sling você 
tem mais liberdade e pode dar um carinho no filho”, disse a mãe 
Flávia Gontijo.

O hábito de carregar bebês em pedaços de tecido vem dos
povos de regiões da Ásia e da África. Os índios também transportam 
bebês e crianças novinhas em "tipóias". Atualmente, o sling tem 
adeptos no mundo inteiro, inclusive na Europa e América do Norte. 
Os defensores do sling atribuem a ele vantagens como o fortalecimento 
do vínculo entre mãe e filho, já que os bebês ficam mais relaxados, 
independentes e alegres. Eles também dormem melhor e choram menos.

Outras vantagens do sling: as pernas do bebê permanecem unidas 
e não altera o desenvolvimento do quadril, que pode ocorrer com o
uso contínuo da cadeirinha e daquele carregador tipo mochila. No entanto, 
as mães têm que tomar cuidado com a coluna. Não é recomendável 
usar o sling por períodos muito longos.

...

Êta, Japão!!!
Mais Você

14 abril 2010

Ainda sobre a segurança dos slings - No Correio Braziliense

Hoje saiu uma matéria no site do jornal Correio Braziliense com a opinião de especialistas da área médica e a amiga Maristela, produtora candanga de slings de argola, sobre a segurança dos slings.

Como não dá pra trazer o video pra cá, acessem por este link.

Beijocas!

21 agosto 2009

Os pediatras


Até hoje não vi um pediatra desaprovar o sling, por mais que desconheça o assunto. Qual deles poderia dizer que a proximidade com a mãe prejudica?!

Segue link para matéria no Guia do Bebê: Vamos slingar nossos bebês?

25 maio 2009

Revista online Minha Vida - Corpo e Saúde

Sling-baby aumenta o vínculo

da mãe com o bebê

Faixa de tecido acalma a criança e substitui o carrinho em passeios curtos

Só de pensar nele, um sorriso já se forma no rosto, a sensação de aconchego volta e você tem vontade de reviver os dias de infância, nem que seja por instantes. O poder calmante do colo da sua mãe é quase mágico, transmitindo todo o carinho e segurança de que o bebê precisa para manter a tranqüilidade. "Neste gesto, a mãe aumenta o vínculo com o filho. O bebê permanece próximo ao peito dela, ouvindo as batidas do coração e sentindo o cheiro da pele", afirma a enfermeira Regina Célia Guedes, coordenadora do Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno do Hospital São Luiz, unidade Anália Franco.

Mas nem sempre braços estão em condições de carregar a criança. Permanecer na e mesma posição por muito tempo traz cansaço e indisposição, principalmente quando o bebê começa a ganhar mais peso. Com isso, o transporte no colo, muitas vezes, é substituído pelo carrinho (uma troca que, em termos emocionais, prejudica a relação). Para evitar que isso aconteça, uma alternativa cada vez mais comum nas ruas são as chamadas sling-baby, faixa de tecidos que podem ser amarradas junto ao corpo da mãe, encaixando o bebê. "Trata-se de uma espécie de rede portátil, muito prática para trajetos curtos e para carregar o bebê, deixando os braços livres", explica Regina Célia.

"Estas tipóias, de fato, são uma boa alternativa, mas elas só devem ser usadas quando o bebê não ultrapassa 10% do peso da mãe", afirma o fisioterapeuta Oldack Borges Barros, presidente da Sociedade Brasileira de RPG. "Do contrário, a mãe força demais a coluna e pode sofrer com as dores e os prejuízos na postura". A seguir, você encontra dicas de uso das sling-baby e também alguns conselhos para encontrar um modelo ideal.

Articulações do bebê
O bebê permanece acomodado como se estivesse numa rede, com mobilidade das articulações. Isso é bom porque fortalece as estruturas e permite os movimentos mais livres do que se ele estivesse, simplesmente, no colo da mãe.

Amamentação mais discreta
Dependendo da forma como você acomoda o bebê, há como tirar o seio para amamentar de maneira bastante discreta. Seu filho mama com conforto e você não passa por nenhum constrangimento.

Trajetos curtos
Em caminhadas de um quarteirão ou dois, a faixa de tecido é mais prática do que o carrinho (que dá trabalho na hora de atravessar a rua e pode empacar nas calçadas e nas guias). Além disso, você enxerga o bebê enquanto anda e pode agir rapidamente caso note algum problema, evitando crises de choro.

Modelo com espuma
A escolha da faixa ideal é muito importante. Os tecidos mais resistentes, em geral, são ásperos e machucam a pele sensível da criança. A saída, para não por a segurança do bebê em risco, é escolher um modelo de lona, com uma base de espuma e revestimento de algodão, que é mais agradável ao toque.

Acomodando a criança
Justamente para aumentar o vínculo com o bebê, o ideal é que ele seja amarrado à sua frente (e não nas costas). Mantenha os braços, as pernas e a cabeça dele livres, para que el possa se movimentar à vontade. O importante é que o tronco (da cintura até o pescoço) permaneça bem apoiado.

Ande devagar
O conselho não vale apenas para a sua segurança e do bebê (afinal, com o bebê atado à cintura, sua visão fica prejudicada). É importante andar devagar para que seu filho na enjoe com o balanço exagerado da caminhada. Também não use sandálias ou salto nestas ocasiões: o ideal são os sapatos com solado de borracha e bem confortáveis, de preferência sem nenhum tipo de cadarço ou amarração. Se os seus cabelos forem compridos, prenda para que não incomodem o rosto do bebê.

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> Confira esta matéria in loco clicando aqui.

> Clique para ver tudo sobre slings na mídia.

> O modelito da foto é como o que vendemos aqui. Confira as estampas disponíveis!

15 dezembro 2008

Carregadores de bebê no Jornal Hoje

Meio nonsense essa reportagem... é bacana pois mostra vários tipos de carregadores e ensina a usar o wrap, que é um tipo de carregador muito usado na África. Mas se alguém descobrir como é que esta mania bem prática pode causar problemas na criança me avisa, tá? Quando vi a chamada deu até medo e acho que é isso que eles queriam - atrair nossa atenção. Jornalismo fantástico. Vai entender.

Confira a íntegra da matéria aqui.

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Leia também: Perdendo o medo do sling - parte I e Perdendo o medo do sling - parte II.

24 novembro 2008

Na rede










Oba! Saímos no Finíssimo, um site que traz super-atualidades de moda e comportamento em Brasília. Olha lá eu e Cora super grudadinhas :)

A Glaura e o Waltercy, que usam nossos slings, também estão lá pra contar suas experiências. Amei!

O link para a matéria está aqui.

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> Para ver mais matérias sobre slings, visite a seção slings na mídia.

04 outubro 2008

Revista Contigo!

Com um pouquinho de atraso, cá estamos. Saiu na edição de 25 de setembro. Leia mais aqui.

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*Repare que os jornalistas ainda não captaram que este acessório tem um nome. :)

22 setembro 2008

Artigo extraído do site G1


Slings são a nova tendência entre as mães canguru

Por Cláudia Silveira
Do G1, São Paulo

Espécie de carregador de bebê feito de pano dá mobilidade a mães com crianças de colo.
Acessório custa, em média, R$ 70 e pode ser usado com crianças de até 3 anos.

>> Leia este artigo na íntegra aqui.

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>> Para ler mais artigos sobre slings, venha cá.

Artigo extraído de IOL Mãe - revista online portuguesa



Um útero com vista


Por Patrícia Lamúrias


Ao colo da mãe, aconchegado pelo pano, o bebê ouve sua respiração, acompanha o seu movimento. É como se voltasse ao útero materno, mas com uma janela aberta para o mundo.

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>> Ler a íntegra deste artigo aqui.

>> Para ler mais artigos sobre slings, venha cá.

16 setembro 2008

Mamãe esperta


Mais uma da série Celebridades usam slings.

Vamos falar sério, imaginem esta cena com a mãe empurrando um carrinho, na areia da praia... não preciso dizer nada, né?!

Saiu na Revista Caras deste mês. A íntegra da matéria está aqui. :)


*Special thanks para
Malu e Ione!


> Leia mais:
Moda do sling renasce nos ombros das celebridades e ganha força entre mamães e papais comuns.

02 setembro 2008

Celebridades usam slings

Saiu na revista Contigo! deste mês. Note que no rodapé diz que a mãe está carregando a bebê embrulhada em uma manta... não, não, é num sling!!!

11 agosto 2008

Slings na mídia

O filho a tiracolo


Moda do sling renasce nos ombros das celebridades e ganha força entre mamães e papais comuns. Saiba quais os benefícios para o principal interessado nessa história: os bebês


Maria Fernanda Seixas
Especial para o Correio

Fotos: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Adeptos do sling, Aline e Felipe, pais de Dan, 1 ano, e Enzzo, 5 meses, enumeram as vantagens: menos cólicas e menos choro

Você teria coragem de pendurar um bebê em um pano amarrado entre sua cintura e seu ombro, e andar com ele, livremente, por aí? O que já era tradição entre tribos indígenas brasileiras, peruanas, bolivianas e mulheres africanas agora é moda entre celebridades como Brad Pitt, Angelina Jolie, Cindy Crawford, Julia Roberts, Sheryl Crow, Kate Hudson e Courtney Cox.

A modinha, desta vez, tem até explicação. A prática do babywear (vestir-se de bebê), com faixas de pano chamadas de sling ou kepinas, proporciona inúmeras vantagens a bebês e pais, dizem adeptos e especialistas.

A bióloga Aline Ramos e o marido Felipe Marangon fazem uso do sling desde que o primeiro filho, Dan — hoje com um ano e meio — tinha apenas três meses de vida. "Uma amiga me contou sobre esses panos e eu na mesma hora já me apaixonei pela idéia. Lembro que a primeira vez que coloquei Dan dentro do sling ele se sentiu tão confortável que dormiu em segundos", conta. Além de usar o acessório para carregar o filho de um lado para outro, Aline conta que a técnica é um antídoto contra as cólicas do filho. "Tanto o Dan quanto Enzzo (segundo filho do casal, hoje com 5 meses) sempre melhoram ao descansarem no sling. Talvez a sensação lembre um pouco a experiência intra-uterina", sugere Aline.

Segundo o pediatra e guru dos pais americanos Bob Sears, responsável pelos livros de puericultura mais vendidos do mundo, o babywear significa mudar a percepção de como os bebês realmente são. "Os pais, muitas vezes, visualizam bebês deitados quietos no berço, passíveis, observando móbiles e carregados apenas para serem alimentados ou para uma brincadeira rápida. O babywear muda essa concepção", descreve o pediatra em seu blog.

As vantagens principais do sling são muitas e abrangem, como acredita Aline Ramos e confirma o pediatra americano, confortos para dores e momentos de choro. "O bebê acaba por chorar menos, pois sente-se acalentado e protegido por mais tempo", elogia Sears.




Fato consumado
Em 1986, tais benefícios puderam ser comprovados quando um time de pediatras da Universidade de Montreal, no Canadá, publicou um estudo com 99 pares de mãe e filho divididos em dois grupos. O primeiro foi encorajado a carregar o bebê por três horas a mais do que estavam acostumados. O outro não. Depois de seis semanas os bebês do primeiro grupo choravam e reclamavam 43% menos que os do segundo grupo.

Ainda de acordo com Sears, antropólogos que viajaram o mundo pesquisando mães que carregam filhos em panos concluíram que os filhos ficam muito mais calmos. "Quando na cultura ocidental mensuramos o choro de um bebê durante um dia em horas, nas culturas que praticam o babywear, mensuramos em minutos. Achamos natural que o bebê chore tanto. Mas em outras culturas, isso não é nada normal", avaliou o pediatra. "Para a saúde emocional, intelectual a fisiológica funcionar otimamente, a presença contínua da mãe, como quando o sling é usado, é uma influêcia necessária", diz Sears. Outra vantagem apontada por pediatras canadenses é que os bebês que são carregados por mais tempo aprendem mais, pois transitam por diversos ambientes, ficam em estado de alerta e observam mais as feições da mãe ou do mundo ao redor, dependendo da posição.

O Brasil na onda
No Brasil, a moda do babywear chega tímida, mas já conquistou muitas mães. A curitibana Halini do Prado, mãe de Lara, 5 meses, só tomou conhecimento da prática quando teve seu segundo filho. "O prazer de ficar juntinho com o filho da gente e não sofrer com dores nos braços é indescritível. Aquele mito que colo deixa criança mal acostumada caiu por terra", avalia.

Para a brasiliense Aline Ramos, o preconceito que algumas mães adeptas do babywear sofrem é normal, pois os slings ainda não são tão comuns no país. Perguntas do tipo "O bebê não vai cair?", ou "Não está esmagando a criança?", não a irritam. "Não tem como sair na rua e passar despercebida com o filho no sling", brinca Aline. "Todas as vezes que eu saio com a Lara no sling sou abordada no mínimo por três pessoas", diz Halini do Prado. Foi graças a tantos interessados que Halini decidiu fabricar seus próprios slings e vender para familiares e amigos. "As pessoas estão se interessando bastante e já vendo alguns para outras cidades. Mas é bom alertar as mães para ter cuidado na hora de comprar um. O sling de qualidade deve oferecer segurança", diz.

Os mais usados e comercializados são os ring-slings, que têm argolas próprias que permitem regular a altura e possibilita diversas posições do bebê. Já o pouch-sling, muito usado nos Estados Unidos e Europa, é uma faixa inteira de pano costurada, e é feito por encomenda, de acordo com o tamanho do adulto que o utilizará. Outro tipo de babywear é a kepina, que não traz costuras. É um pano quadrado, dobrado na transversal em forma de leque. Suas pontas são amarradas no ombro e a terceira ponta sustenta o bebê ao ser encaixada entre a barriga da mãe e do filho.










TEST-DRIVE

A convite da Revista do Correio, a diplomata Viviane Balbino topou experimentar, pela primeira vez, dois tipos de sling e uma kepina, com seu filho Nuno Reifschneider, de 9 meses, e contar como foi a experiência. Segundo Viviane, todos os modelos são válidos, pois cansam menos do que carregar o bebê diretamente no braço. Mas o modelo pouch foi o preferido.


1. KEPINA
"A Kepina é mais complicada de aprender a usar. Exige que o nó seja ajustado conforme a altura, e a ponta do pano deve se encaixar entre as pernas do bebê para segurá-lo. Achei um pouco confuso e o nó me parece incômodo."



2. POUCH SLING
"Achei que este é o modelo mais bonito e prático. Foi o que o Nuno pareceu se adaptar melhor. Ele ficou bem encaixadinho e me senti segura. Simplesmente o sentei no pano e não precisei ajustar nada. Não teve mistério."



3. RING-SLING
"Este modelo é bom por ser ajustável. Posso dividir o sling com o pai, por exemplo. O excesso de pano sobrando não me parecia tão legal, até que vi que na ponta vem um bolsão costurado que pode ser bem prático para carregar coisinhas durante os passeios."


Correio Braziliense, Revista do Correio, 11/05/2008.